Diário das Montanhas https://diariodasmontanhas.com.br ES Sat, 22 Nov 2025 13:50:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://diariodasmontanhas.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-tumb-32x32.png Diário das Montanhas https://diariodasmontanhas.com.br 32 32 Cleidis Segal de Oliveira e Rita de Cássia Rosa (Katia Toledo) são homenageadas na Ales por atuação no combate à violência de gênero https://diariodasmontanhas.com.br/cleidis-segal-de-oliveira-e-rita-de-cassia-rosa-katia-toledo-sao-homenageadas-na-ales-por-atuacao-no-combate-a-violencia-de-genero/ https://diariodasmontanhas.com.br/cleidis-segal-de-oliveira-e-rita-de-cassia-rosa-katia-toledo-sao-homenageadas-na-ales-por-atuacao-no-combate-a-violencia-de-genero/?noamp=mobile#respond Sat, 22 Nov 2025 13:50:19 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/?p=8292 Duas mulheres do Caparaó recebem comenda em solenidade que reconhece lideranças femininas que transformam vidas no Espírito Santo

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) realizou, nesta semana, a entrega da Comenda Lei Maria da Penha, homenageando mulheres capixabas que se destacam na defesa dos direitos das mulheres e no enfrentamento à violência de gênero. Entre as trinta agraciadas, duas representantes do Caparaó receberam destaque especial: Cleidis Segal de Oliveira e Rita de Cássia Rosa, conhecida como Katia Toledo — ambas indicadas pela deputada estadual Raquel Lessa.

A solenidade celebrou os 19 anos da Lei 11.340/2006 — a Lei Maria da Penha — e reuniu lideranças políticas, sociais e comunitárias para reconhecer mulheres que atuam de forma firme e incansável em favor da proteção e do empoderamento feminino, especialmente em regiões onde a rede de apoio às mulheres ainda enfrenta desafios estruturais.

Cleidis Segal de Oliveira: compromisso e empatia em defesa das mulheres

Representando sua comunidade e o interior capixaba com orgulho, Cleidis Segal de Oliveira tem uma trajetória marcada pelo acolhimento, pela luta por equidade e pela construção de ambientes seguros para mulheres em situação de vulnerabilidade. Sua presença entre as homenageadas, fruto da indicação da deputada Raquel Lessa, reforça o reconhecimento do trabalho silencioso e essencial que Cleidis realiza há anos no Caparaó.

Rita de Cássia Rosa (Katia Toledo): liderança feminina que inspira

Também indicada pela deputada Raquel Lessa, Rita de Cássia Rosa — conhecida como Katia Toledo — se destaca por sua atuação comunitária e pelo apoio constante às mulheres que enfrentam situações de risco ou violência. Sua liderança, firme e acolhedora, faz dela uma das vozes mais ativas no enfrentamento à violência doméstica na região.

A homenagem na Ales reconhece sua perseverança e a força das mulheres que atuam na base das comunidades, promovendo conscientização, apoio emocional e encaminhamentos essenciais para salvar vidas.

Reconhecimento necessário

Durante a sessão solene, parlamentares ressaltaram que a Comenda Lei Maria da Penha não apenas destaca histórias individuais, mas fortalece redes de enfrentamento e políticas públicas de proteção às mulheres. O evento também apresentou dados que mostram avanços importantes no Estado, como a redução significativa dos casos de feminicídio.

A indicação de Cleidis e Katia pela deputada Raquel Lessa reforça o compromisso de seu mandato com a defesa da mulher capixaba, valorizando lideranças femininas de todo o estado e ampliando a visibilidade de iniciativas transformadoras.

Orgulho para o Caparaó

A presença de Cleidis e Katia entre as agraciadas é motivo de grande orgulho para toda a região do Caparaó. Suas histórias são marcadas pela coragem, pela sensibilidade e pela disposição de transformar vidas — qualidades essenciais em uma luta que exige união e perseverança.

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Jovem de Iúna conquista espaço nas batalhas de rima e sonha em viver da arte https://diariodasmontanhas.com.br/jovem-de-iuna-conquista-espaco-nas-batalhas-de-rima-e-sonha-em-viver-da-arte/ https://diariodasmontanhas.com.br/jovem-de-iuna-conquista-espaco-nas-batalhas-de-rima-e-sonha-em-viver-da-arte/?noamp=mobile#respond Mon, 22 Sep 2025 19:25:17 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/?p=8275

Por Redação – Diário das Montanhas

 

Aos 20 anos, o jovem Murilo Almeida Montoni, nascido em Iúna, no Caparaó Capixaba e atualmente morador de Vila Velha/ES, tem traçado um caminho promissor no universo das batalhas de rima. Há 1 ano e 8 meses, Murilo percorre diversas arenas do Espírito Santo, principalmente na Grande Vitória, onde esse movimento cultural pulsa com força e tem sido palco para o crescimento de sua carreira.

 

A força da rima na transformação social

As batalhas de rima, expressão genuína da cultura hip hop, têm transformado vidas em todo o país. Mais do que um espaço artístico, representam oportunidades financeiras, midiáticas e sociais para jovens que buscam voz e reconhecimento. Nomes consagrados da música nacional começaram nesse cenário e o movimento tem alcançado cada vez mais visibilidade.

 

Um exemplo é a “BDA de Aniversário”, batalha no formato 3 contra 3, que oferece prêmios superiores a R$ 100 mil — um valor impensável há poucos anos. Outra referência é a organização Família de Rua, responsável pelo Duelo de MC’s Nacional, considerado o evento mais importante do Brasil, realizado anualmente em Belo Horizonte, no Viaduto Santa Tereza. Dali, talentos como César MC — capixaba reconhecido como um dos maiores da história — ganharam projeção nacional.

 

Conquista inédita

No último dia 19 de setembro, Murilo deu um passo importante: garantiu sua classificação para o Regional 5 do Duelo de MC’s Nacional, que será realizado em 9 de outubro, no bairro Glória, em Vila Velha. “É uma oportunidade única, fruto de muito esforço e dedicação. Cada batalha é um aprendizado e uma chance de mostrar evolução”, destaca o jovem.

 

Da rotina puxada ao sonho de viver da arte

A caminhada de Murilo não foi simples. No início, conciliava as batalhas com a rotina pesada de trabalho na escala 6×1 no Outback SteakHouse, o que limitava sua participação a uma vez por semana. Ainda assim, a persistência falou mais alto. Em 2025, com a mudança para um novo emprego, conseguiu estar presente em todas as batalhas semanais, acelerando seu processo de evolução.

 

Esse esforço o levou a alcançar o Top 5 em duas das batalhas mais importantes do estado: a Batalha da Navalha e a Batalha do Atlântica. Esta última é reconhecida nacionalmente e já superou, em visualizações no YouTube, eventos tradicionais de São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Arte como futuro e propósito

Com olhar firme no horizonte, Murilo não esconde seus sonhos: “Quero viver da minha arte, mudar a minha vida e a da minha família. Sonho em pisar nos palcos do Nacional e da BDA de Aniversário, e mostrar para todos que vieram de onde eu vim que é possível realizar seus sonhos, independente da dificuldade e da distância”.

 

Ele também almeja expandir sua carreira musical, com shows em todo o Brasil e, quem sabe, no exterior. Para ele, a arte é mais que uma escolha: é uma salvação. “Acredito muito que a arte salva vidas. E há 1 ano e 8 meses, ela tem salvado a minha.”

 

 

 

 


Para acompanhar a trajetória de Murilo siga o instagram: @ml.emici

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Fone de ouvido, iPhone, smartwatch e mais: confira ofertas para o fim de semana https://diariodasmontanhas.com.br/fone-de-ouvido-iphone-smartwatch-e-mais-confira-ofertas-para-o-fim-de-semana/ https://diariodasmontanhas.com.br/fone-de-ouvido-iphone-smartwatch-e-mais-confira-ofertas-para-o-fim-de-semana/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 14:50:21 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/fone-de-ouvido-iphone-smartwatch-e-mais-confira-ofertas-para-o-fim-de-semana/

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Fonte:Olhar Digital

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Observatório LIGO pode detectar naves alienígenas, sugere estudo https://diariodasmontanhas.com.br/observatorio-ligo-pode-detectar-naves-alienigenas-sugere-estudo/ https://diariodasmontanhas.com.br/observatorio-ligo-pode-detectar-naves-alienigenas-sugere-estudo/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 13:48:16 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/observatorio-ligo-pode-detectar-naves-alienigenas-sugere-estudo/

Pesquisadores acreditam que o observatório LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) é capaz de detectar sinais de naves extraterrestres. Isso ocorreria pela captação de ondas gravitacionais, ondulações no espaço-tempo causadas pela movimentação dessa tecnologia alien.

O LIGO é um experimento de enormes dimensões localizado em dois edifícios nos estados de Washington e Louisiana, nos Estados Unidos. Cada uma de suas instalações possui uma estrutura em formato de “L”, cujos braços se estendem por quatro quilômetros.

Imagem aérea do observatório.
Imagem aérea do observatório LIGO. Seus dois túneis se estendem por quatro quilômetros. (Imagem: LIGO The Virgo collaboration/CCO 1.0)

Um feixe de laser é disparado no ponto de encontro dos lados, percorrendo cada direção até atingir espelhos colocados nas extremidades. Após refletirem, os feixes retornam ao ponto de origem, onde eventuais interferências em seus trajetos indicam a passagem de ondulações.

Com o LIGO, pesquisadores buscam detectar ondas gravitacionais. Esse é um fenômeno que surge quando objetos extremamente massivos se movimentam ou interagem de forma intensa, provocando distorções que se propagam pelo Universo.

Os detectores do observatório monitoram as mudanças sutis causadas quando essas ondulações passam pela Terra, testemunhando eventos menores que 1/10.000 da largura de um próton. Isso torna o LIGO o primeiro experimento a captar ondas gravitacionais e um dos maiores do mundo.

LIGO poderia detectar naves, mas só as gigantes

No novo artigo, disponível no servidor de pré-impressão arXiv, onde espera pela revisão por pares, um grupo internacional de físicos argumenta que essa gigante estrutura científica pode detectar naves extraterrestres.

“Como qualquer sistema que envolva grande aceleração de massa produz ondas de gás, novos candidatos a sinais incluem não apenas eventos astrofísicos e cosmológicos, mas também sinais tecnológicos (tecnossinaturas), como os gerados por espaçonaves de aceleração rápida e/ou massiva (RAMAcraft), explicam os autores.

Animação das ondas gravitacionais geradas por estrelas de nêutrons pouco antes de sua colisão. (Imagem: LIGO/MIT )

Para essa captação acontecer, os pesquisadores estimam que essa nave deveria ter dimensões astronômicas. Se esse transporte alienígena tiver o tamanho de Júpiter e acelerar até cerca de 30% da velocidade da luz, astrônomos conseguiriam detectá-lo a uma distância de 32.600 a 326.000 anos-luz.

Em um tamanho menor, com as dimensões da Lua, e em aceleração semelhante, ela poderia ser detectada a uma distância de 3.260 a 32.600 anos-luz. Observatórios futuros, com maior refinamento, poderão captar as ondas de naves menores, ou maiores com acelerações mais lentas.

Observatórios no espaço podem aumentar a capacidade de detecção

Detectores de ondas gravitacionais no espaço são as principais apostas dos pesquisadores. A missão LISA (Evolved Laser Interferometer Space Antenna), da Agência Espacial Europeia (ESA), por exemplo, será composta três naves espaciais posicionadas a aproximadamente 2,5 milhões de quilômetros umas das outras.

Elas estarão localizadas atrás da Terra, acompanhando sua órbita ao redor do Sol, a uma distância mais de cem vezes maior que a que nos separa da Lua. O lançamento das espaçonaves da missão está previsto para 2035.

Ilustração das sondas da LISA no Sistema Solar em frente a uma galáxia que emite ondas gravitacionais. (Imagem: Universidade da Flórida / Simon Barke)

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“A perspectiva de melhorar nossa sensibilidade a esses objetos é, portanto, promissora e está associada a melhorias nos detectores de baixa frequência, que também são de interesse particular para a comunidade da física fundamental”, argumentam os pesquisadores.

Embora diferenciar a detecção as ondas gravitacionais geradas por uma nave alienígena das liberadas por um evento natural seja difícil, os autores do estudo acreditam ser possível. Mesmo assim, o LIGO seguirá em busca dos menores vestígios dos maiores fenômenos cósmicos e, em segundo plano, talvez encontre extraterrestres.



Fonte:Olhar Digital

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Qual o horário do eclipse lunar total? https://diariodasmontanhas.com.br/qual-o-horario-do-eclipse-lunar-total/ https://diariodasmontanhas.com.br/qual-o-horario-do-eclipse-lunar-total/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 12:30:15 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/qual-o-horario-do-eclipse-lunar-total/

Descubra o horário do eclipse lunar total de 7 de setembro, se será visível no Brasil e quando será possível ver um fenômeno semelhante

Imagem-conceito do horário que ocorre um eclipse lunar total com um relógio em primeiro plano e uma lua de sangue em segundo plano
Imagem-conceito do horário que ocorre um eclipse lunar total. Imagem: Layse Ventura via Freepik AI / Olhar Digital

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O eclipse lunar total de 7 de setembro começará por volta das 15h12 (horário de Brasília). Esse espetáculo celeste será visto em várias partes do mundo e o Olhar Digital transmitirá ao vivo. Mas, afinal, até que horas vai e onde será melhor observado? Confira todos os detalhes nesta matéria!

Um espetáculo celeste que não será visível do Brasil

Eclipse lunar parcial visto de Bangkok, na Tailândia, em 31 de janeiro de 2018. Crédito: Chattafan Sakulthong – Shutterstock

No próximo dia 7 de setembro, o céu de parte do planeta será palco de um eclipse lunar total, fenômeno em que a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural.

O eclipse será visível principalmente na Ásia, Rússia, Austrália e leste da África. Em menor escala, também poderá ser observado em partes do Oriente Médio e da África Central.

A totalidade do eclipse, quando a Lua entra completamente na umbra da Terra e adquire uma coloração avermelhada, começará por volta das 15h12 (horário de Brasília) e durará cerca de 1 hora e 22 minutos. O auge do evento ocorrerá às 15h44.

Representação artística elaborada com Inteligência Artificial mostra eclipse lunar total com uma chuva de meteoros ao redor. Créditos: Lua: FtLaud – Shutterstock. Fundo: Flavia Correia via DaLL-E/Olhar Digital.

O fenômeno não será visível do Brasil por acontecer durante o dia no horário local. Por aqui, a Lua ainda estará abaixo da linha do horizonte, impossibilitando qualquer observação. A última vez que um eclipse lunar total pôde ser visto em território brasileiro foi em 8 de novembro de 2022.

Para quem quiser acompanhar, o portal Olhar Digital fará a transmissão ao vivo, com comentários e imagens em tempo real captadas de regiões privilegiadas. A live começa às 14h (horário de Brasília).

Leia mais:

Eclipses lunares totais não são raríssimos, mas nem sempre são visíveis de todos os lugares do mundo. Como a observação de eclipses lunares não oferece riscos à saúde ocular, não há necessidade de equipamentos especiais como ocorre nos eclipses solares. Basta um céu limpo e um bom local de observação. Mas, neste de 2025, será preciso recorrer à internet ou esperar o próximo que alcance o céu brasileiro.

João Velozo

Colaboração para o Olhar Digital

João Velozo é um jornalista e fotógrafo freelancer com base em Pernambuco, Brasil.

Lucas Soares é jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e atualmente é editor de ciência e espaço do Olhar Digital.



Fonte:Olhar Digital

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Amazônia evapora 20 bilhões de toneladas de água por dia https://diariodasmontanhas.com.br/amazonia-evapora-20-bilhoes-de-toneladas-de-agua-por-dia/ https://diariodasmontanhas.com.br/amazonia-evapora-20-bilhoes-de-toneladas-de-agua-por-dia/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 11:27:12 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/amazonia-evapora-20-bilhoes-de-toneladas-de-agua-por-dia/

Essa capacidade do bioma garante a produtividade agrícola sul-americana e evidencia a necessidade de conservação da floresta

Sol forte iluminando a Amazônia
Profissional faz alerta que envolve os gases de efeito estufa que produzimos (Imagem: Photo Spirit/Shutterstock)

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Maior bioma brasileiro e um dos maiores do mundo, a Amazônia abriga uma enorme biodiversidade, sendo vital para regular o clima global. No entanto, ela está ameaçada pelo desmatamento e as queimadas.

A situação preocupa e o tema será debatido na próxima Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30, que será realizada em novembro na cidade de Belém. Uma das discussões será o quanto custa para salvar a maior floresta tropical do planeta.

desmatamento na Amazônia
Combater o desmatamento do bioma é um dos maiores desafios das autoridades (Imagem: PARALAXIS/Shutterstock)

Brasil tem plano para proteger o bioma

  • Durante o encontro, o governo brasileiro deve apresentar uma proposta aos líderes globais.
  • A ideia é pagar para conservar o bioma por meio de um fundo internacional.
  • Chamado de Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), o novo mecanismo prevê agregar investimentos públicos e privados.
  • Estes recursos seriam direcionados diretamente para quem conserva as florestas, como os povos indígenas.
  • No entanto, especialistas destacam algumas dificuldades para adotar um modo de vida sustentável na região amazônica brasileira.

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Ambientalistas são claros: a Amazônia precisa ser protegida (Imagem: Nelson Antoine/Shutterstock)

Importância da Amazônia para a agricultura

Em fórum promovido pela agência de notícias EFE, Cláudio Angelo, coordenador de Política Internacional da rede ecológica Observatório do Clima e coautor do livro O Silêncio da Motosserra, destacou o caráter “conservador” do setor pecuário. Segundo ele, a compra de terras e a destruição da vegetação continua sendo “vantajosa” para muitos.

A Amazônia perdeu, entre 1985 e 2023, mais de 88 milhões de hectares de florestas, uma área quase tão grande quanto a Venezuela, segundo uma análise do Mapbiomas Amazônia, uma iniciativa da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG). Nas áreas onde o bosque diminuiu, o uso de solos para agricultura se expandiu em 598%; e na pecuária, 298%.

Vasta plantação
Evaporação da Amazônia garante capacidade agrícola sul-americana (Imagem: Bits And Splits/Shutterstock)

O problema é que poucos sabem da contribuição incalculável da Amazônia para a regulação climática do planeta, mas também para o desenvolvimento da agropecuária na América do Sul. Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas e coautor do livro O Silêncio da Motosserra, afirmou que a Amazônia evapora 20 bilhões de toneladas de água por dia.

Esse vapor de água chega à atmosfera por meio da transpiração das árvores e forma os chamados “rios voadores”, acúmulos de umidade que irrigam com chuva a região sul-americana. Sem esse gigantesco processo de evaporação, as vastas áreas agrícolas do Brasil e da Argentina, por exemplo, estariam em sérios perigos. As informações são da Exame.

Alessandro Di Lorenzo

Colaboração para o Olhar Digital

Alessandro Di Lorenzo é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e atua na área desde 2014. Trabalhou nas redações da BandNews FM em Porto Alegre e em São Paulo.



Fonte:Olhar Digital

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Tubarão-fantasma tem dente na cabeça usado para acasalamento https://diariodasmontanhas.com.br/tubarao-fantasma-tem-dente-na-cabeca-usado-para-acasalamento/ https://diariodasmontanhas.com.br/tubarao-fantasma-tem-dente-na-cabeca-usado-para-acasalamento/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 10:18:40 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/tubarao-fantasma-tem-dente-na-cabeca-usado-para-acasalamento/

Um novo estudo liderado pela Universidade da Flórida, com a colaboração da Universidade de Washington e da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, faz uma descoberta no mínimo intrigante. Um peixe com um dente em forma de haste na cabeça e que ele usa essa haste para acasalamento.

Os machos do ‘tubarão-fantasma’, peixes que vivem em águas profundas, apresentam uma característica única. Também conhecidos como quimeras, esses peixes são parentes de tubarões e arraias, mas com uma particularidade: eles têm uma haste nascendo de sua cabeça, “cravejada de dentes afiados e retráteis”, explica matéria no Phys.org.

Tentáculo provavelmente é utilizado para segurar as fêmeas durante o acasalamento. Crédito: Gareth J. Fraser, Universidade da Flórida

Haste dentária é utilizada para o acasalamento

No estudo realizado pela equipe do Professor Gareth Fraser, Ph.D., professor de biologia da Universidade da Flórida e autor sênior, foi constatado que a haste dentada só ocorre nos machos da espécie e é usada para segurar as fêmeas durante o acasalamento, de maneira semelhante à mordida dos tubarões. Essa descoberta revelou várias curiosidades sobre os tubarões-fantasma:

  • Apenas os machos possuem a haste dentada na cabeça.
  • A estrutura é utilizada especificamente durante o acasalamento.
  • Os dentes da haste são diferentes dos dentes da boca, mas formados pelos mesmos genes.
  • Estruturas semelhantes já foram encontradas em fósseis com 315 milhões de anos.
  • Esses peixes vivem em águas profundas e são parentes de tubarões e arraias.
  • A descoberta demonstra a impressionante flexibilidade da evolução.
  • Nunca antes haviam sido identificados dentes fora da boca com essa função.

Esses achados mostram como a biologia dessas criaturas continua surpreendendo os cientistas e destacam adaptações evolutivas únicas no reino marinho.

Tomografia computadorizada do tenáculo de um macho adulto de tubarão-fantasma coberto por fileiras de dentes (cores do arco-íris). Crédito: Espécime digitalizado por Karly Cohen; renderização e imagem por Ella Nicklin/Divulgação

Se essas quimeras têm dentes grudados na parte frontal da cabeça (…0 onde mais poderíamos encontrar dentes?

Gareth Fraser, Ph.D., professor de biologia da Universidade da Flórida e autor sênior do estudo ao Phys.org.

Para entender a função desse tentáculo, a equipe do professor Fraser estudou fósseis e espécimes vivos, encontrando um parente muito distante, um fóssil de 315 milhões de anos com um “tentáculo preso à mandíbula superior, com dentes incrivelmente semelhantes aos da boca”.

Processo é o mesmo entre os tubarões-fantasma e tubarões

tubarão
Estudo mostra que as hastes na cabeça do tubarão-fantasma têm o mesmo processo de crescimento dos dentes dos tubarões modernos. Crédito: Julian Gunther/Shutterstock

As amostras estudadas de tubarões-fantasma modernos apresentaram o mesmo processo de crescimento dentário na cabeça que tubarões. Além disso, testes genéticos demonstraram os mesmos genes para os dentes no tentáculo e os dentes orais.

Fraser explica que “os dentes neste estranho apêndice se parecem muito com fileiras de dentes de tubarão”.

A dúvida, até então, era entender se essas hastes eram cobertas de dentes verdadeiros ou continham escamas parecidas com dentes que cobrem a pele de algumas espécies de tubarão, o que foi comprovado pelo estudo.

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Mas, mais intrigante ainda era entender a função desse tentáculo dentado. Karly Cohen, pesquisadora nos Laboratórios Friday Harbor, da Universidade de Washington, comenta que nunca havia “identificando dentes fora da boca dessa forma antes”, e o fato deles serem usados para o acasalamento “demonstra a impressionante flexibilidade da evolução.

Ainda há muitas surpresas nas profundezas do oceano que ainda não descobrimos.

Gareth Fraser, Ph.D., professor de biologia da Universidade da Flórida e autor sênior do estudo ao Phys.org.



Fonte:Olhar Digital

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Cicatriz de granizo? Entenda o registro de um satélite da NASA no Canadá https://diariodasmontanhas.com.br/cicatriz-de-granizo-entenda-o-registro-de-um-satelite-da-nasa-no-canada/ https://diariodasmontanhas.com.br/cicatriz-de-granizo-entenda-o-registro-de-um-satelite-da-nasa-no-canada/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 09:12:39 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/cicatriz-de-granizo-entenda-o-registro-de-um-satelite-da-nasa-no-canada/

Uma tempestade de granizo deixou marcas profundas em Alberta, no Canadá. Pedras do tamanho de bolas de golfe atingiram a região, abrindo uma “cicatriz” de 200 quilômetros de comprimento e 15 quilômetros de largura.

Imagens de satélite compartilhadas pelo Observatório Terrestre da NASA, mostram o estrago feito pela tempestade na região, no dia 18 de agosto, destruindo florestas e áreas agrícolas.

Como a cicatriz se formou?

No dia seguinte, a Weather Alberta, organização do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Canadá (ECCC), descreveu o evento como a passagem de uma “forte tempestade de supercélula” que varreu o sul de Alberta. Além disso, foram relatados rajadas de vento que alcançaram mais de 130 quilômetros por hora, além das pedras de granizo, afirma a IFLScience.

Crédito: Michala Garrison /NASA Earth Observatory

O evento meteorólogico, explica a publicação, ocorre em combinação com ventos fortes e podem causar grande destruição.

Toda a frente da casa está destruída. A cerca da frente foi arrancada dos postes de cimento. Minhas flores do jardim foram jogadas para todos os lados.

Collen Foysy, moradora de Brooks, na região de Alerta em entrevista à CBC News.

Três grandes pedras de granizo em uma mão humana
Pedras de granizo do tamanho de bolas de golfe atingiram a região de Alberta, no Canadá, causando prejuízos a residências, agricultura e destruindo florestas. Crédito: Dominic Fial/iStock

A tempestade que causou a queda de granizo também destruiu plantações e causou ferimentos em animais. Segundo a IFLScience, novas tempestades devem ocorrer até o final do verão no hemisfério Norte, tanto que a região é apelidada de “Beco da Tempestade de Granizo”, devido a frequência com que o fenômeno ocorre – pelo menos uma grande tempestade de granizo por ano nas últimas duas décadas.

A IFLScience explica que a geografia da região de Alberta, cria as condições perfeitas para a ocorrência das tempestades de granizo. “As terras agrícolas de Alberta fornecem uma fonte de ar úmido que é o combustível para tempestades”, explica matéria no The Wather Network.

Por que Alberta é chamada de “Beco do Granizo”

  • Geografia favorável à formação de tempestades.
  • Umidade vinda das áreas agrícolas.
  • Pelo menos uma grande tempestade por ano nas últimas duas décadas.

Tempestades de granizo também são comuns no Brasil

Rua cheia de pedrinhas de gelo durante chuva de granizo
Tempestade no Sul do Brasil foi causada por um sistema de baixa pressão bem desenvolvido que se forma a 5 quilômetros de altitude e propicia a formação de tempestades. Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil

E não é diferente no Brasil. Mesmo estando no inverno, tempestades de granizo também ocorrem com uma certa frequência. Nas últimas semanas, a região Sul do país foi impactada pela formação de um vórtice ciclônico que causou tempestades localizadas na região, segundo o site O Paraná.

A tempestade atingiu a região de Castro, há cerca de 160 quilômetros de Curitiba, no dia 26 de agosto e deixou a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil em alerta. Foram relatados prejuízos a comércios, residências e prédios públicos.

Leia mais:

O vórtice ciclônico é um “sistema de baixa pressão bem desenvolvido que se forma a 5 quilômetros de altitude e propicia a formação de tempestades”.

O sistema está carregando consigo um ar bastante frio […] ideal para a formação de granizo. E como a temperatura também está baixa na superfície, essas pedras de gelo estão conseguindo se conservar e chegar até a superfície.

Alief Matos, meteorologista do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) em entrevista ao O Paraná.



Fonte:Olhar Digital

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A cena é clássica: o mundo inteiro em pânico, a NASA com um plano mirabolante envolvendo perfuradores de petróleo no espaço, e Bruce Willis encarando o fim da humanidade com cara de quem já salvou o Natal antes.

Enquanto um asteroide do tamanho do Texas ameaça transformar a Terra numa lembrança geológica, uma equipe nada ortodoxa corre contra o tempo para destruir o pedregulho no espaço com uma ogiva nuclear.

No instante final, quando tudo parece perdido, o botão vermelho é apertado e a bomba explode. O céu se ilumina, o mundo suspira aliviado ao som de I Don’t Want to Miss a Thing, do Aerosmith.

É brega, é heroico, é cinema noventista no seu auge. Mas e se fosse verdade? Será que detonar uma bomba nuclear no espaço realmente salvaria a Terra de um asteroide? A ciência tem algo a dizer.

Explodir uma bomba nuclear no espaço salvaria a Terra de um asteroide?

Explosão de uma bomba nuclear em uma cidade | Crédito: Mwreck – Shutterstock

A ideia de usar armas nucleares para defender o planeta contra objetos espaciais perigosos sempre foi controversa. Há questões éticas, políticas e técnicas envolvidas, mas o estudo conduzido pela equipe da Johns Hopkins se concentrou apenas nos aspectos físicos e práticos da abordagem.

Os cientistas modelaram um cenário em que uma ogiva nuclear é detonada a poucos metros de um asteroide com cerca de 100 metros de diâmetro, similar ao que extinguiu os dinossauros há 66 milhões de anos.

O objetivo não seria destruir o asteroide completamente, mas alterar sua trajetória o suficiente para evitar um impacto com a Terra.

Como funciona a deflexão com bomba nuclear

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Nuclear missile with smoke and blast launching towards the target on the starry sky. Weapons, missiles rocket and war. Air defense, concept. Danger

A principal vantagem de uma detonação nuclear próxima a um asteroide está na liberação de radiação térmica extremamente intensa em um período muito curto de tempo.

Esse calor faz com que a superfície do asteroide evapore de forma assimétrica, gerando uma força de recuo capaz de alterar sua órbita.

Segundo os modelos apresentados, esse método pode ser mais eficaz do que a tentativa de empurrar ou colidir diretamente com o objeto, como previsto nas missões de impacto cinético.

Um ponto fundamental para o sucesso da operação é o tempo de antecedência. Quanto mais cedo um asteroide for detectado, mais simples será a missão de deflexão (alterar sua rota de impacto para impedir que colida com a Terra).

Se a detecção ocorrer apenas algumas semanas antes do impacto, a explosão nuclear pode ser a única alternativa viável.

Em simulações realizadas com um objeto do tamanho do asteroide Bennu, a deflexão bem-sucedida foi possível mesmo com janelas curtas de resposta, desde que a ogiva fosse detonada no ponto certo e com potência adequada.

Quais os riscos de usar uma bomba nuclear contra um asteróide no espaço?

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Imagem ilustrativa de um asteroide (Imagem: JAXA/Divulgação)

Apesar dos resultados positivos das simulações, o uso de armamento nuclear no espaço continua cercado de incertezas. Um dos principais riscos é o de fragmentação.

Em vez de desviar o asteroide, a explosão pode parti-lo em pedaços grandes o suficiente para causar múltiplos impactos catastróficos. Além disso, o tratado do espaço exterior, assinado por dezenas de países, proíbe testes e uso de armas nucleares fora da Terra, o que impõe barreiras legais à estratégia.

Outro desafio é a própria complexidade da operação. Lançar uma ogiva até uma órbita precisa, garantir que ela detone a uma distância ideal e que a energia seja transmitida corretamente ao asteroide exige tecnologia avançada e coordenação internacional.

Qualquer erro de cálculo pode tornar a situação ainda pior. Por isso, os pesquisadores ressaltam que a bomba nuclear deve ser encarada como último recurso, usada apenas em situações extremas, quando nenhuma outra estratégia for possível.

Apesar desses obstáculos, o estudo reacende o debate sobre o papel das tecnologias militares na defesa planetária.

Como demonstrado nas simulações, explosões nucleares controladas no espaço, longe da atmosfera da Terra, poderiam evitar catástrofes globais sem causar danos colaterais ao meio ambiente terrestre.

Mas isso só seria possível com planejamento, transparência e acordos internacionais específicos para esse fim.

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O que aprendemos com o passado

Renderização em 3D de um meteoro prestes a atingir a Terra
Arte digital de um asteroide colidindo contra a Terra (Imagem: RomoloTavani/iStock)

A extinção dos dinossauros é um lembrete brutal de que impactos de asteroides podem mudar a história do planeta.

A cratera de Chicxulub, no México, é a evidência geológica do impacto que causou um inverno global e levou à extinção de mais de 70% das espécies da época.

Diferentemente do que mostra o cinema, naquela ocasião não havia tecnologia ou tempo de resposta para reagir. Hoje, o avanço na observação espacial permite detectar muitos objetos potencialmente perigosos com anos de antecedência.

Com isso, diferentes estratégias de defesa estão em desenvolvimento, como o uso de propulsores para alterar a órbita de um asteroide ao longo do tempo, ou colisões diretas com espaçonaves para mudar sua trajetória.

A missão DART, da NASA, demonstrou recentemente que é possível impactar um asteroide e desviar sua rota, ainda que de forma modesta. A detonação nuclear no espaço surge, nesse contexto, como uma alternativa emergencial viável, mas que ainda depende de estudos mais aprofundados e de vontade política internacional.

A boa notícia é que a maioria dos asteroides próximos à Terra já foi catalogada e nenhum representa ameaça iminente.

Ainda assim, os especialistas defendem que planos de contingência, incluindo os mais extremos, devem estar prontos para serem acionados caso o improvável aconteça.

Afinal, mesmo que o cenário pareça saído de Hollywood, a possibilidade de um impacto catastrófico não é apenas ficção científica. E, se algum dia o céu brilhar com um clarão vindo do espaço, que seja o prenúncio de uma defesa bem-sucedida, não de um desastre global.

Com informações de Nature.



Fonte:Olhar Digital

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onde assistir à final da Copa do Nordeste https://diariodasmontanhas.com.br/onde-assistir-a-final-da-copa-do-nordeste/ https://diariodasmontanhas.com.br/onde-assistir-a-final-da-copa-do-nordeste/?noamp=mobile#respond Sat, 06 Sep 2025 07:03:35 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/onde-assistir-a-final-da-copa-do-nordeste/

Confira o horário, onde assistir e escalações prováveis do jogo entre Bahia x Confiança, duelo de volta da grande final da Copa do Nordeste

confiança x bahia
(Imagem: Olhar Digital)

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Chegou a hora de definir o grande campeão do futebol nordestino! Neste sábado (6), Bahia e Confiança se enfrentam no jogo de volta da final da Copa do Nordeste. A equipe baiana abriu grande vantagem na ida e agora decide o duelo em casa. A bola rola a partir de 17h30 (horário de Brasília) na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Veja o calendário de todos os jogos de hoje!

  • Bahia x Confiança:
    • Competição: Copa do Nordeste
    • Rodada: Final, jogo de volta
    • Data: 06/09 (sábado)
    • Horário: 17h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

Onde assistir Bahia x Confiança na Copa do Nordeste?

O confronto entre Bahia e Confiança terá transmissão ao vivo na TV fechada pela ESPN 4, no streaming pelo Disney+ e no pay-per-view pelo Premiere.

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui.

Prováveis escalações

  • Bahia: Ronaldo; Fredi Gomes, Gabriel Xavier, Rezende, Iago; Acevedo, Rodrigo Nestor, Cauly; Vitinho, Luciano Rodríguez e Willian José.
  • Confiança: Allan; Weriton, Valdo, Eduardo Moura, Airton; Renílson, Otavio, Vitinho; Ronald Camarão, Thiago Santos e Neto Oliveira.
    • Técnico: Luizinho Vieira.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Bahia e Confiança na Copa do Nordeste 2025

O Bahia avançou da fase de grupos como o primeiro colocado também do Grupo B, com 16 pontos e campanha de cinco vitórias, um empate e uma derrota. A equipe baiana venceu o Fortaleza por 2 a 1 nas quartas de final e o Ceará por 1 a 0 na semifinal para avançar para a decisão do torneio.

Já o Confiança passou de fase na Copa do Nordeste com a quarta e última vaga do Grupo B. A fase de grupos do clube sergipano terminou com 11 pontos conquistados em campanha de três vitórias, dois empates e duas derrotas. Nas quartas de final, o Confiança passou pelo Vitória, com vitória por 1 a 0 em jogo único. Nas semis, eliminou o CSA com vitória por 1 a 0, garantindo sua vaga na grande final.

No jogo de ida, o Bahia abriu grande vantagem na decisão, vencendo por 4 a 1 fora de casa.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

Ana Luiza Figueiredo

Redator(a)

Ana Luiza Figueiredo é repórter do Olhar Digital. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), foi Roteirista na Blues Content, criando conteúdos para TV e internet.



Fonte:Olhar Digital

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