ter – Diário das Montanhas https://diariodasmontanhas.com.br ES Mon, 19 May 2025 21:11:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariodasmontanhas.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-tumb-32x32.png ter – Diário das Montanhas https://diariodasmontanhas.com.br 32 32 Ex-servidor de ministério diz ao STF ter se sentido usado em ação ilegal https://diariodasmontanhas.com.br/ex-servidor-de-ministerio-diz-ao-stf-ter-se-sentido-usado-em-acao-ilegal/ https://diariodasmontanhas.com.br/ex-servidor-de-ministerio-diz-ao-stf-ter-se-sentido-usado-em-acao-ilegal/?noamp=mobile#respond Mon, 19 May 2025 21:11:07 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/ex-servidor-de-ministerio-diz-ao-stf-ter-se-sentido-usado-em-acao-ilegal/

Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (19), que foi analista de inteligência da Coordenação-Geral de Inteligência do Ministério da Justiça na gestão de Anderson Torres, Clebson Ferreira de Paula Vieira, afirmou acreditar que suas análises foram usadas para decisões ilegais durante o segundo turno das eleições de 2022.

Ele é testemunha de acusação arrolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que investiga o envolvimento do chamado “núcleo 1” na suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Clebson Ferreira disse ter ficado “apavorado” com o uso político de seu trabalho e guardou documentos como forma de proteção. Segundo ele, a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi diferente em cidades pró-Lula e pró-Bolsonaro.

“A época eu fiquei particularmente apavorado, porque eu vi que uma habilidade técnica minha foi utilizada para uma tomada de decisão ilegal. Então eu só me preparei para que em um momento oportuno eu pudesse falar”, disse Clebson.

De acordo com o analista, ele guardou os documentos “antes mesmo do fim da eleição”.

“Foi uma garantia, um respaldo, para eu dizer que isso foi feito sob um conjunto de ordens e foi tomada uma decisão independentemente de como eu pensava”, afirmou.

Clebson havia recebido ordens para fazer uma análise sobre a distribuição de agentes da Polícia Rodoviária Federal às vésperas do segundo turno das eleições de 2022.

Na época, mais de 2 mil ônibus foram parados no Nordeste em bloqueios da PRF. A região concentrava maior vantagem eleitoral para o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL).

Audiência de testemunhas

Nesta segunda-feira, foi iniciada a fase de oitiva das testemunhas de acusação. Nesta etapa, os juízes-auxiliares do gabinete do ministro Alexandre de Moraes conduzem os depoimentos. Todas as audiências serão realizadas por videoconferência e acompanhadas pelas defesas dos denunciados, além de representantes da Procuradoria-Geral da República.

Além de Clebson, mais quatro testemunhas de acusação participam da audiência. São elas:

  • Éder Lindsay Magalhães Balbino: empresário que teria ajudado a montar um falso dossiê apontando fraude nas urnas eletrônicas;
  • Adiel Pereira Alcântara: ex-coordenador de Análise de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele teria atuado para dificultar o deslocamento de eleitores no segundo turno;
  • Marco Antônio Freire Gomes: ex-comandante do Exército, ele teria sido pressionado a aderir à suposta trama golpista;
  • Carlos de Almeida Baptista Júnior: ex-comandante da Aeronáutica, ele também teria sido pressionado a participar da trama.



Fonte:CNN Brasil

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Com INSS, governo vai ter que lutar para resgatar popularidade, diz Arko https://diariodasmontanhas.com.br/com-inss-governo-vai-ter-que-lutar-para-resgatar-popularidade-diz-arko/ https://diariodasmontanhas.com.br/com-inss-governo-vai-ter-que-lutar-para-resgatar-popularidade-diz-arko/?noamp=mobile#respond Sat, 17 May 2025 20:20:56 +0000 https://diariodasmontanhas.com.br/com-inss-governo-vai-ter-que-lutar-para-resgatar-popularidade-diz-arko/

O governo enfrenta um cenário desafiador para resgatar sua popularidade após o recente escândalo envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o cientista político Cristiano Noronha, vice-presidente da consultoria Arko Advice, o governo tem cometido erros sucessivos na condução da crise, o que tem dificultado sua capacidade de se descolar do escândalo.

Noronha destaca que o governo tem “corrido atrás do prejuízo” tanto na questão do Pix quanto agora no caso do INSS. “Além de correr atrás do prejuízo, o governo está voltando atrás de determinadas decisões. Primeiro era não apoiar a CPI, agora é apoiar a CPI”, afirma o analista.

De acordo com o cientista político, o escândalo já começa a refletir nas pesquisas de opinião. “A gente teve acesso a tracking de pesquisas de opinião que mostram que novamente a desaprovação de Lula tinha ficado menor do que a aprovação em pesquisas recentes, mas isso já voltou a se inverter novamente”.

Para Noronha, esta inversão nos índices de aprovação representa um retrocesso significativo para o governo, que vinha recuperando sua popularidade, ainda que a um ritmo lento. “Agora, o cenário exige um novo esforço para reconquistar o apoio popular”, alerta.

Consequências políticas além da popularidade

O analista aponta que as consequências do escândalo vão além da queda na popularidade. Há um potencial afastamento dos partidos do chamado “centrão”, o que pode impactar a disposição desses grupos em caminhar com o governo nas eleições do próximo ano.

Além disso, Noronha alerta que a CPI, uma vez em funcionamento, pode neutralizar boas notícias que o governo pretendia dar à população em ano eleitoral. “Isso cria um cenário complexo para a administração, que terá que lidar simultaneamente com a investigação e a necessidade de apresentar resultados positivos à sociedade”, conclui.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



Fonte:CNN Brasil

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