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O mundo é azul: veja fotos exclusivas da final da Copa do Mundo de Clubes | Tribuna Online

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Cole Palmer vibra após marcar seu segundo gol na vitória do Chelsea sobre o PSG na final da Copa do Mundo de Clubes, no MetLife Stadium, em Nova Jersey




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FRANK FRANKLIN II/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO


















A conquista da Copa do Mundo de Clubes pelo Chelsea, com uma incontestável vitória por 3 a 0 sobre o PSG, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, reforça recados que o futebol insiste em dar: não se ganha de véspera, não importa quão favorito você seja. Venceu a equipe que conseguiu, no jogo que importava, aliar talento individual à capacidade coletiva.


















Essas características passam obrigatoriamente pelas atuações da dupla Cole Palmer, autor de dois gols, e de João Pedro, que fez o terceiro, todos no primeiro tempo. Mas vão além. O título premiou a equipe que melhor soube anular as virtudes do PSG e se adaptar aos seus rivais. Mesmo com mais posse de bola, o time francês esteve longe de criar oportunidades.






















Com um esquema para fazer pressão média-alta e lançar bolas longas para os atacantes, o Chelsea de Enzo Maresca ignorou os prognósticos de equipe recém-formada contra um trabalho mais consolidado do PSG, atual campeão da Champions League e apontado como a melhor equipe da atualidade.





















No primeiro gol, Gusto tocou para trás e achou Palmer. O meia ajeitou o corpo com toda a frieza e categoria para colocar a bola no cantinho. Na sequência, Palmer recebeu na ponta direita e veio cortando para dentro. Sem marcação, teve tempo de, mais uma vez, preparar a finalização e acertar o mesmo canto.





















No terceiro gol, João Pedro se apresentou para receber belo passe de Palmer e tocar com estilo, por cima de Donnarumma.















Antes do intervalo, o jogo estava praticamente resolvido. O Chelsea ainda demonstrou grande poder mental. Soube cadenciar e acelerar o jogo nas horas certas.























Terminou merecido campeão da primeira Copa do Mundo de Clubes no campo e, mesmo sendo apontado como “azarão”, justificou o posto de equipe que mais investiu nesta temporada.















O jogo terminou com um campeão pouco provável e uma surpreendente confusão. Jogadores e membros das comissões técnicas se envolveram na briga, que culminou com o técnico da equipe francesa, Luis Enrique, empurrando o pescoço do brasileiro João Pedro – o goleiro Donnarumma também estava no meio do episódio.





















Na zona mista, de cabeça fria, João Pedro minimizou o episódio e aproveitou para dedicar o título à mãe, Flávia Junqueira: “Minha mãe sempre foi muito importante para mim. Se ela não estivesse ao meu lado desde o começo, acredito que não chegaria até aqui hoje”.




















CENAS DA DECISÃO














































































































































































































































Fonte:Tribuna OnLine

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