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São Paulo terá prédio com apartamento de 50 milhões | Tribuna Online

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Parque do Ibirapuera, vizinho ao terreno onde serão construídas duas torres com 35 unidades de luxo. Valor Geral de Vendas chega a R$ 600 milhões.




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Divulgação












Uma incorporadora paulista prepara um megaempreendimento residencial ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, com apartamentos de até mil metros quadrados, avaliados em até R$ 50 milhões.












O terreno, que hoje soma 5,2 mil metros quadrados, foi adquirido gradualmente ao longo dos anos e abrigará duas torres com 35 unidades de alto padrão, entre 360 e 1.000 metros quadrados, segundo o site da revista Exame.
















O Valor Geral de Vendas (VGV) do projeto ultrapassa R$ 600 milhões, com entrega prevista entre 2029 e 2030. A Zabo Engenharia atua exclusivamente com imóveis de altíssimo padrão e prevê R$ 1,2 bilhão em VGV até 2026.















Para viabilizar o projeto ao lado do Ibirapuera, a incorporadora iniciou com um terreno de 1,8 mil metros quadrados e expandiu a área por meio de sucessivas aquisições, incluindo um lote de 1,7 mil metros quadrados onde funciona uma concessionária.















A loja será mantida, mas o terreno entra no projeto como “potencial de não construção”, permitindo a transferência de capacidade construtiva para outras áreas do empreendimento. O projeto será financiado com capital próprio e por meio de modalidades como o Plano Empresário e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).









A incorporadora também admite a participação de investidores pessoa física. Segundo a própria empresa, os Planos Empresários têm se tornado menos acessíveis diante da alta dos juros e da crescente retirada de recursos da poupança, o que a motivou a buscar outras alternativas de financiamento.

















A incorporadora tem histórico de atuação em regiões valorizadas da capital paulista e já entregou mais de 100 empreendimentos residenciais e comerciais.









Um de seus lançamentos mais recentes foi o edifício Symmetry, em 2023, com unidades menores, entre 49 e 71 metros quadrados, com valores a partir de R$ 1,1 milhão. Outro projeto em andamento, em parceria com duas empresas do setor, deve resultar em uma das construções mais altas da cidade, em área de 5 mil metros quadrados na Avenida Rebouças.















O modelo de negócio envolve união de terrenos e desenvolvimento conjunto.













Startup quer vender sua casa para você seguir morando nela











A Rooftop, startup do mercado imobiliário, lançou um plano ambicioso para escalar o modelo do seu principal produto, o HomeCash, por meio de microfranquias.









A empresa iniciou uma oferta pública de R$ 1,5 milhão, estruturada com apoio do Mercado Bitcoin, e pretende captar até R$ 15 milhões para financiar a expansão. O objetivo é chegar a 200 cidades até o final de 2025.









Fundada em 2020 por Daniel Gava, a Rooftop atua de forma diferente das imobiliárias tradicionais. Com o HomeCash, o proprietário vende o imóvel rapidamente por até 65% do valor de mercado, recebe o dinheiro à vista e continua morando na casa por até 18 meses, mediante pagamento de aluguel mensal de 0,5% do valor do bem.















Durante esse período, ele pode recomprar o imóvel ou aceitá-lo ser revendido — e ainda ficar com parte do lucro, caso a nova venda supere o valor original.









Agora, o plano é democratizar esse modelo através de microfranquias, com investimento inicial de R$ 24.900. Os franqueados poderão intermediar operações e ganhar comissões expressivas.









Segundo a empresa, o retorno pode chegar a R$ 50 mil por mês em até dois anos. A nova rodada de captação será usada para ampliar a equipe, impulsionar o marketing e acelerar a rede de franquias.









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Fonte:Tribuna OnLine

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